Matei uma aranha sem querer e não sei lidar com isso


Passar aspirador de pó no quarto é uma coisa que exige muita preparação por diversos motivos que na verdade são só dois:
1) Tem sempre um gato dormindo no quarto, eles odeiam o aspirador de pó (menos o siamês) e aqui em casa gatos têm sempre prioridade
2) Eu sou uma preguiçosa do caralho
Dessa vez, por algum milagre divino (há dúvidas sobre a procedência divina da coisa), os gatos estavam todos no quintal, menos o siamês que é surdo então não liga (muito) pro aspirador e eu estava levemente possuída pelo espírito da Marie Kondo, e poeira definitivamente não estava me trazendo felicidade. Então lá ia o aspirador.

Corta pra outra cena.

Tinha uma teia de aranha atrás de uma das estantes do quarto que tinha uma aranha. Essa teia ficava num canto da parede, era relativamente pequena e já tinha uns bons meses. Eu podia mentir e dizer apenas "semanas", mas essa vergonha na cara aqui já não existe mais. Então a teia tinha uns bons meses. E nela ficava só essa aranha. De vez em quando uns restos mortais de coisas que ela deve ter comido, de vez em quando umas coisinhas esquisitas que eu não sabia se eram ovinhos ou sei lá, decoração, mas a questão é que era sempre a mesma aranha, bem pequena. Eu sei disso. Convivi com ela por meses.



Volta pra cena inicial.

Infelizmente, a teia tinha que ir. Eu já tinha tirado outras que tinha encontrado por aí sem querer (minha casa tem quintal e um córrego e mato na frente, acontece, aqui se duvidar você pisca e aparece uma teia de aranha fechando seu olho), e mesmo tendo certo apego emocional àquela teia específica, eu já tinha feito um compromisso comigo mesma de limpar o quarto. E a aranha não estava lá. Só a teia. A teia ia embora, a aranha ia ficar. Ela podia fazer outra teia se quisesse (eu não ia impedir), ou se mudar (eu ia ficar chateada, mas ia entender).

Então apontei o aspirador de pó na direção da teia.

A teia foi-se numa aspirada só.

E a aranha
surgiu
do nada
e
foi
sugada
pelo
aspirador.



Não tive tempo de desviar. Não tive tempo de nada. Ela surgiu e sumiu em instantes pelo cano do aspirador.

E eu fiquei parada, olhando, tentando entender o que tinha acontecido.

Já tem uns dias isso e eu ainda não estou conseguindo lidar com o fato de que aspirei a aranha sem querer.

Eu nunca vou superar isso, gente.

Nunca.


Escrivências: eu não entendi o que foi que eu escrevi aqui


Se isso não aconteceu com você ainda, é questão de tempo.

O texto chega numa quantidade significativa de tamanho ou até mesmo já tá pronto, e você manda pra agente, pra editora ou pros seus leitores beta, pras amigas, pra qualquer pessoa que vai dar uma lida e te ajudar no processo de edição. Essa pessoa que vai ler vai te ajudar a encontrar possíveis furos, problemas e outras coisas que podem impedir que seu texto seja compreendido ou faça sentido. Ótimo. Então a pessoa te manda de volta e você vai dar uma olhada nas anotações, pra ver o que precisa mudar, sumir, aumentar, etc. Rotina comum.

Aparece um comentário num parágrafo: "ficou confuso, precisa arrumar".

Então você relê o parágrafo pra saber o que foi que ficou confuso

e
não
entende
absolutamente
nada.



Não dá pra reconhecer nenhuma palavra ali. As frases nem têm ordem direito. Você tenta pegar pelo contexto, mas não encaixa nada. Você nem lembra de ter escrito aquele parágrafo. Mas não só escreveu, como achou que fazia sentido, senão não tinha colocado aquilo ali.

Aí entra o momento em que você tenta desesperadamente entender o que diabos passou pela sua cabeça pra achar que aquilo ia dar certo. Entra aqui duas alternativas: você coloca a culpa na pessoa que revisou, dizendo que ela que não entendeu a genialidade daquele parágrafo que é tão genial e tão superior a todos os outros parágrafos do mundo que nem você mesma consegue entender direito e segue a vida (é a alternativa errada). Ou você vai consertar a cagada.

Geralmente eu conserto a cagada simplesmente eliminando aquele parágrafo e fingindo que ele nunca existiu, porque quando eu escrevo alguma coisa que nem eu mesma entendi, o negócio é confuso mesmo. Isso costuma acontecer quando acabo divagando demais no texto, e quando tento colocá-lo de volta nos trilhos, já perdi o fio da meada e a ligação entre essa parte do texto e o resto acaba ficando num parágrafo completamente embaralhado. Então só deleto mesmo.

Às vezes isso não é o suficiente pra conseguir consertar o problema, porque nem sempre eliminar o parágrafo confuso significa que seu texto vai fazer sentido. Se você tira B mas A e C não se conectam direito, então vai ter que surgir outro parágrafo ali. Às vezes é melhor começar outro do nada (pra mim sempre é) do que piorar as coisas.

Pode acontecer de você ter sorte de conseguir resolver o parágrafo confuso só reordenando as frases e mudando uma ou outra palavrinha. Sempre que eu tento isso, fica pior, porque eu começo a falar a mesma coisa mas de 3 maneiras diferentes, e vira e mexe essa mesma coisa já foi falada de outras maneiras em alguns parágrafos mais pra frente... tão entendendo o desespero? Meu e da agente, porque às vezes isso leva a uma repetição infinita da palavra "coisas".

Editar um texto é sempre muita emoção porque você nunca sabe o que vai encontrar dentro da própria escrita.


Me deixem ser amarga


Eu sou uma pessoa rancorosa, mas uma rancorosa boazinha até, porque eu quase nunca efetivamente faço algo a respeito disso.

Não preciso nem de todos os dedos de uma mão pra contar o número de vezes que já perdoei alguém nessa vida. Eu digo "deixa pra lá, já foi, já passou, ficou pra trás, segue em frente, tá ok", e eu me esforço pra agir de acordo. Pra deixar pra lá, já foi, já passou, ficou pra trás, segue em frente, tá ok.

Na minha mente eu fico repassando e remoendo o que aconteceu de tempos em tempos, e isso vai continuar acontecendo até o fim da vida, mas eu tento. Eu juro. Na maioria das vezes acabo sendo bem sucedida, e o máximo que acontece é esse rancor virar piada interna, meme ou, dependendo do grau do ódio, indireta no twitter, mas esse quase nunca acontece.

Eu cultivo rancor com o mesmo afinco com que cultivo minhas suculentas. No meu coração tem um buraco sem fundo em que eu vou acumulando, regando o rancor com todo o carinho. O dia que o mundo acabar eu posso facilmente sobreviver me alimentando de todo o rancor que eu tenho acumulado.


As pessoas fazem listas de coisas que gostam e que as fazem felizes pra tentarem se sentir melhor em dias ruins. Tentei - não deu certo. A lista não ocupou nem o número mínimo de linhas necessárias pra uma redação do ENEM. Eu faço listas mentais de pessoas que não suporto, de coisas que me tão raiva, de situações que me fizeram passar ódio. Eu decoro essas listas mentais com canetinhas coloridas e adesivos de glitter.

De alguma maneira, ser amarga assim funciona pra mim. Porque eu abraço o rancor, a raiva, o ódio, o nervoso, o chilique, aí eventualmente fica too much, e eu recorro às coisas que conseguem temporariamente me deixar feliz e o buraco dá uma folga. Às vezes é uma folga curta, às vezes é uma folga longa, mas ela vem. A questão é que eu preciso curtir meu rancor, minha raiva. Porque eles não vão embora tão cedo, e eu preciso aprender a lidar com eles aqui.

Porque esses últimos anos têm sido particularmente ridículos.

Aí aparece a turma da "filosofia zen" pedindo pra me livrar da raiva, que isso não leva a nada, pra ver o lado positivo da balança, ver o copo meio cheio, e eu só tenho vontade de passar a faca no pescoço de quem tem a audácia de me falar isso. Eu não tô precisando de uma manic pixie dream girl pra me ajudar a ver o lado bom da vida. Eu não quero ser uma pessoa superior e iluminada acima dessas pequenezas.

ME DEIXEM SER AMARGA.

Eu não quero ver o copo meio cheio ou meio vazio, eu só quero poder jogar ele na parede.

Antes na parede que na cabeça de alguém.




TAG Meus hábitos de escrita


A Pam achou uma tag de escrita bem legal da Kristen Martin, respondeu no canal dela e me marcou com mais um monte de gente linda ♥ Inclusive a Pam é autora de Boa noite e Uma história de verão, além de ter dois contos publicados nas coletâneas Uma viagem inesperada da Turma da Mônica Jovem (é o conto da Denise!) e O amor nos tempos de #likes (o dela é uma releitura de Orgulho e preconceito!).


Eu vou responder a tag em forma de texto ♥

ONDE EU ESCREVO?
Em casa, no computador que fica na escrivaninha. Muito raramente em salas de espera, aí nesse caso é num caderninho que fica dentro da bolsa e depois passo pro word. Tentei num café uma vez, mas me distraí comendo e decidi que não era uma boa ideia. Não que eu não fique comendo em casa também, mas pelo menos aqui não dói no bolso depois.



COMO VOCÊ SE ISOLA DO RESTO DO MUNDO ENQUANTO ESTÁ ESCREVENDO?
Eu tento o máximo possível me isolar de barulho e de pessoas em volta fazendo barulho, mas do mundo mesmo não rola. Fico alternando entre o word e twitter/telegram, até porque às vezes eu dou umas surtadas e alguém precisa me aguentar. Sem contar que às vezes aparece alguma coisa ou algum assunto por aí e eu fico "esse negócio aí encaixa na cena x". Eu tento não me distrair tanto, e saber que eu posso caso eu queira ajuda nisso. É tipo essa semana que eu tive que fazer jejum pra ir ao médico e me deu uma fome louca de madrugada só porque eu sabia que não podia comer.




COMO VOCÊ REVISA O QUE ESCREVEU NO DIA ANTERIOR?
Costumo deixar pra revisar só no final, com o texto todo já pronto. Eu dou uma relida no que eu fiz no dia anterior pra lembrar em que ponto parei, mas evito ficar tentando mudar muita coisa porque senão eu não avanço nunca. O que às vezes costuma acontecer é chegar numa cena e de repente perceber que pra ela funcionar, preciso alterar algo que aconteceu antes. Nesses casos eu volto e ou faço a alteração, ou mudo a cena nova.



QUAL A SUA PRIMEIRA ESCOLHA DE MÚSICA QUANDO NÃO ESTÁ SE SENTINDO INSPIRADA?
... nenhuma. Não consigo tirar inspiração de músicas e playlists, inclusive isso nem passa pela minha cabeça antes, durante e depois do processo todo de escrita.



O QUE VOCÊ SEMPRE FAZ QUANDO ESTÁ LUTANDO CONTRA O BLOQUEIO DE ESCRITA?
Primeiro eu entro em pânico e me desespero achando que nunca vou sair daquele buraco e nada do que eu escrevo vai fazer sentido e fico com vontade de largar tudo. Então ou eu corro pro telegram e desabafo com algumas pessoas que me ajudam a colocar as coisas em perspectiva ou escrevo algo como [AQUI ACONTECE ALGUMA COISA] e pulo aquela cena que está me deixando empacada e deixo pra voltar nela depois. O que também ajuda é lembrar de histórias que eu li (ou assisti!) que tenham aquele mesmo tema ou o mesmo ritmo do que eu tô escrevendo. A única coisa que eu tenho certeza que não me ajuda é insistir no que está me deixando empacada. Aí não sai nada mesmo e eu fico ainda mais nervosa.



QUAIS FERRAMENTAS VOCÊ USA ENQUANTO ESCREVE?
Word, caderno e caneta. Telegram, se for contar como ferramenta de apoio emocional e psicológico. Não, eu não gosto de whatsapp. Comida conta? Como combustível. E celular porque nunca se sabe, né.



QUAL A ÚNICA COISA QUE VOCÊ NÃO PODE VIVER SEM DURANTE A SESSÃO DE ESCRITA?
Outline. Os meus costumam ser bem grandes. Não consigo colocar projeto nenhum do word que não esteja previamente planejado passo a passo. Cheguei a falar um pouco disso num post, porque esse passo a passo todo não significa necessariamente que nada do que está naquele planejamento pode ser modificado (inclusive muita coisa muda), mas eu não consigo botar nada pra fora sem saber onde começo e por quais pontos vou passar antes de chegar no final. Mas eu só lembrei disso vendo a resposta da Pam, porque nessa pergunta minha cabeça levou "coisa" pra um lado mais literal e pensei "computador, ué". Muito inteligente eu.



COMO VOCÊ SE ABASTECE/SE ALIMENTA DURANTE UMA SESSÃO DE ESCRITA?
Água, coca-cola, salgadinho, sorvete, bolacha. Às vezes só água mesmo.



COMO VOCÊ SABE QUANDO TERMINOU DE ESCREVER?
Escrevo mais de madrugada, então eu sei que a sessão de escrita do dia já deu quando fico exausta e com sono, ou quando olho pro word e percebo que não suporto mais olhar pra ele. Basicamente eu escrevo até ficar esgotada, e isso pode acontecer em menos de duas horas, ou eu posso passar a tarde/noite/madrugada escrevendo e fazendo pausas e só parar porque minha mãe não aguenta mais a luz do quarto acesa. Varia bastante. Pensando agora, acho que isso não é lá muito saudável.


Quem mais quiser responder a tag fica à vontade e depois deixa o link pra ficar mais fácil de poder fuçar ♥















K-POP: MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA


›› autoras: babi dewet, érica imenes, natália pak
›› editora: gutenberg
›› ISBN: 9788582354773
›› número de páginas: 158
›› onde comprar: cultura | amazon | saraiva
›› sinopse: Você realmente sabe tudo sobre K-Pop? Se a sua resposta é não, venha conosco nessa incrível viagem pelo mundo pop coreano. Escrito de uma maneira simples e divertida, este manual leva você a passear pela história da Coreia do Sul e por sua cultura, indústria de entretenimento, música e paixão. E nós te encorajamos a prestar atenção nos detalhes. O K-Pop é feito deles. Cada cor, cada conceito, cada ritmo e expressão significa um mundo de possibilidades, e garantimos que você não vai querer perder nada. O K-Pop mudou a nossa vida para melhor. Quem sabe não é exatamente disso que você precisa?

Como já tinha comentado em outro post, comecei a prestar mais atenção em k-pop de tanto ver coisas sobre aparecendo na minha timeline do twitter. Como eu queria saber o que diabos estava acontecendo (já sabia da existência de k-pop mas nunca tinha realmente parado pra escutar) então corri pro Vitor Castrillo e pedi ajuda pra saber por onde começar a ouvir, já que sempre me pareceu uma coisa muito complexa (pra quem quiser saber: conforme o que pedi pra ele, comecei com Dumb dumb do Red Velvet). Acabei gostando porque era exatamente o que eu estava procurando naquele momento: era feliz, colorido e as coreografias eram ótimas. Eu não ia entender absolutamente nada das letras a não ser que procurasse a tradução, mas isso não me importava muito.

Só que começar a acompanhar k-pop é também começar a ver termos que você não faz nem puto ideia do que significam, como comeback, mv, bias, maknae, disband e por aí vai. As divulgações são diferentes da que a gente tá acostumado, a maneira como os grupos se formam são diferentes do que costumamos ver, as exigências são outras e são insanas, até mesmo a forma como os fãs aproveitam os shows é diferente. E se você começa a ouvir e começa a gostar, não demora muito e você cai nesse buraco do k-pop e fica lá pra sempre. Não que você tenha vontade de sair, de qualquer maneira. Lá é legal e colorido e todo mundo dança.


Pra entender tudo isso você sempre pode pesquisar no Google e perturbar seus colegas de twitter (o fandom de k-pop costuma ser bem prestativo e empolgado pra ajudar). E é aí que entra o livro K-pop: manual de sobrevivência. A Babi, a Érica e a Natália criaram um lugar feito de páginas que tem praticamente tudo o que você precisa saber sobre a cultura pop coreana, tanto que é exatamente isso que está escrito naquele selinho brilhante na capa do livro. E não é exagero.

O livro não te dá só as informações, ele te dá contexto de tudo, inclusive um pouco da história da Coreia do Sul. Tem um glossário com algumas das expressões mais utilizadas e uma explicação bem detalhada de como funciona toda essa indústria por trás dos grupos de k-pop que todo mundo tanto gosta. Eu já tinha uma noção de como a coisa era complexa e cheia de especificidades, mas mesmo assim muitas coisas me deixaram com cara de EITA! enquanto eu lia. Saber o que há por trás desses grupos ajuda e muito a entender e valorizar todo o esforço deles. O fandom de k-pop não tá pra brincadeira não!


Além de todas essas explicações que vão te deixar mais inteirado no que diabos a sua timeline do twitter tanto fala, ainda tem exemplos de alguns dos que são considerados os maiores grupos dentro do k-pop, e mais alguns pra ficar de olho, também com dicas de músicas pra ouvir e conhecer esses grupos. Aliás, o livro todo traz muitos exemplos de grupos e músicas pra correr atrás. Recomendo pegar todos eles e criar uma playlist no youtube, pra poder assistir todos de uma vez e ir decidindo qual os que você mais gosta, qual estilo você prefere, e a partir daí sair pra explorar sozinho. O livro tem inclusive uma parte estilo guia de viagem sobre a Coreia do sul, e até eu que sou enjoadíssima na hora de comer fiquei com vontade de experimentar várias das comidas citadas.


Mas por que procurar um livro sobre k-pop se você pode achar tudo isso fuçando na internet?

Primeiro, porque a lombada do livro brilha e fica linda na estante.

Segundo, você tem na sua mão um livro extremamente organizado com praticamente tudo o que você precisa saber, todas as informações já filtradas e reunidas e juntinhas, só esperando pra serem lidas. Claro que nada te impede de procurar coisas a mais depois de ler, mas o livro te dá uma base ótima pra poder caçar mais informações depois. Assim, você não precisa se aventurar por aí sozinho e sem rumo.

E terceiro, as autoras sabem exatamente do que elas tão falando. A Babi Dewet trabalha respirando e transpirando k-pop desde 2012, com videos no youtube, participando de eventos, ajudando a trazer os shows aqui pro Brasil e ainda inserindo a cultura coreana em seus livros. A Natália Pak, além de filha e neta de sul-coreanos, é a comandante do SarangInGayo, que não só é o site brasileiro mais antigo sobre entretenimento e cultura sul-coreana, mas também ganhou reconhecimento do próprio governo e mídias sul-coreanas pelo esforço e comprometimento com a divulgação da cultura sul-coreana no Brasil. A Érica Imenes é editora-chefe do SarangInGayo, e já cobriu eventos e escrever matérias sobre o assunto, sem contar a parte de produção de eventos. No livro tem uma biografia de cada uma delas. Repito, elas sabem exatamente o que estão falando.

E mesmo que você seja uma pessoa que já está dentro do buraco do k-pop e já saiba como as coisas funcionam, ainda assim o livro é uma ótima pedida porque pode te ajudar a convencer outras pessoas a conhecerem mais sobre k-pop, sem contar o que já citei de ser ótimo ter em mãos um livro que já tem todas as informações reunidas e com selo de qualidade.

E a lombada brilha e fica linda na estante, eu já mencionei que a lombada brilha e fica linda na estante?

Ah, minha bias é a Joy do Red Velvet