TAG Meus hábitos de escrita


A Pam achou uma tag de escrita bem legal da Kristen Martin, respondeu no canal dela e me marcou com mais um monte de gente linda ♥ Inclusive a Pam é autora de Boa noite e Uma história de verão, além de ter dois contos publicados nas coletâneas Uma viagem inesperada da Turma da Mônica Jovem (é o conto da Denise!) e O amor nos tempos de #likes (o dela é uma releitura de Orgulho e preconceito!).


Eu vou responder a tag em forma de texto ♥

ONDE EU ESCREVO?
Em casa, no computador que fica na escrivaninha. Muito raramente em salas de espera, aí nesse caso é num caderninho que fica dentro da bolsa e depois passo pro word. Tentei num café uma vez, mas me distraí comendo e decidi que não era uma boa ideia. Não que eu não fique comendo em casa também, mas pelo menos aqui não dói no bolso depois.



COMO VOCÊ SE ISOLA DO RESTO DO MUNDO ENQUANTO ESTÁ ESCREVENDO?
Eu tento o máximo possível me isolar de barulho e de pessoas em volta fazendo barulho, mas do mundo mesmo não rola. Fico alternando entre o word e twitter/telegram, até porque às vezes eu dou umas surtadas e alguém precisa me aguentar. Sem contar que às vezes aparece alguma coisa ou algum assunto por aí e eu fico "esse negócio aí encaixa na cena x". Eu tento não me distrair tanto, e saber que eu posso caso eu queira ajuda nisso. É tipo essa semana que eu tive que fazer jejum pra ir ao médico e me deu uma fome louca de madrugada só porque eu sabia que não podia comer.




COMO VOCÊ REVISA O QUE ESCREVEU NO DIA ANTERIOR?
Costumo deixar pra revisar só no final, com o texto todo já pronto. Eu dou uma relida no que eu fiz no dia anterior pra lembrar em que ponto parei, mas evito ficar tentando mudar muita coisa porque senão eu não avanço nunca. O que às vezes costuma acontecer é chegar numa cena e de repente perceber que pra ela funcionar, preciso alterar algo que aconteceu antes. Nesses casos eu volto e ou faço a alteração, ou mudo a cena nova.



QUAL A SUA PRIMEIRA ESCOLHA DE MÚSICA QUANDO NÃO ESTÁ SE SENTINDO INSPIRADA?
... nenhuma. Não consigo tirar inspiração de músicas e playlists, inclusive isso nem passa pela minha cabeça antes, durante e depois do processo todo de escrita.



O QUE VOCÊ SEMPRE FAZ QUANDO ESTÁ LUTANDO CONTRA O BLOQUEIO DE ESCRITA?
Primeiro eu entro em pânico e me desespero achando que nunca vou sair daquele buraco e nada do que eu escrevo vai fazer sentido e fico com vontade de largar tudo. Então ou eu corro pro telegram e desabafo com algumas pessoas que me ajudam a colocar as coisas em perspectiva ou escrevo algo como [AQUI ACONTECE ALGUMA COISA] e pulo aquela cena que está me deixando empacada e deixo pra voltar nela depois. O que também ajuda é lembrar de histórias que eu li (ou assisti!) que tenham aquele mesmo tema ou o mesmo ritmo do que eu tô escrevendo. A única coisa que eu tenho certeza que não me ajuda é insistir no que está me deixando empacada. Aí não sai nada mesmo e eu fico ainda mais nervosa.



QUAIS FERRAMENTAS VOCÊ USA ENQUANTO ESCREVE?
Word, caderno e caneta. Telegram, se for contar como ferramenta de apoio emocional e psicológico. Não, eu não gosto de whatsapp. Comida conta? Como combustível. E celular porque nunca se sabe, né.



QUAL A ÚNICA COISA QUE VOCÊ NÃO PODE VIVER SEM DURANTE A SESSÃO DE ESCRITA?
Outline. Os meus costumam ser bem grandes. Não consigo colocar projeto nenhum do word que não esteja previamente planejado passo a passo. Cheguei a falar um pouco disso num post, porque esse passo a passo todo não significa necessariamente que nada do que está naquele planejamento pode ser modificado (inclusive muita coisa muda), mas eu não consigo botar nada pra fora sem saber onde começo e por quais pontos vou passar antes de chegar no final. Mas eu só lembrei disso vendo a resposta da Pam, porque nessa pergunta minha cabeça levou "coisa" pra um lado mais literal e pensei "computador, ué". Muito inteligente eu.



COMO VOCÊ SE ABASTECE/SE ALIMENTA DURANTE UMA SESSÃO DE ESCRITA?
Água, coca-cola, salgadinho, sorvete, bolacha. Às vezes só água mesmo.



COMO VOCÊ SABE QUANDO TERMINOU DE ESCREVER?
Escrevo mais de madrugada, então eu sei que a sessão de escrita do dia já deu quando fico exausta e com sono, ou quando olho pro word e percebo que não suporto mais olhar pra ele. Basicamente eu escrevo até ficar esgotada, e isso pode acontecer em menos de duas horas, ou eu posso passar a tarde/noite/madrugada escrevendo e fazendo pausas e só parar porque minha mãe não aguenta mais a luz do quarto acesa. Varia bastante. Pensando agora, acho que isso não é lá muito saudável.


Quem mais quiser responder a tag fica à vontade e depois deixa o link pra ficar mais fácil de poder fuçar ♥















K-POP: MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA


›› autoras: babi dewet, érica imenes, natália pak
›› editora: gutenberg
›› ISBN: 9788582354773
›› número de páginas: 158
›› onde comprar: cultura | amazon | saraiva
›› sinopse: Você realmente sabe tudo sobre K-Pop? Se a sua resposta é não, venha conosco nessa incrível viagem pelo mundo pop coreano. Escrito de uma maneira simples e divertida, este manual leva você a passear pela história da Coreia do Sul e por sua cultura, indústria de entretenimento, música e paixão. E nós te encorajamos a prestar atenção nos detalhes. O K-Pop é feito deles. Cada cor, cada conceito, cada ritmo e expressão significa um mundo de possibilidades, e garantimos que você não vai querer perder nada. O K-Pop mudou a nossa vida para melhor. Quem sabe não é exatamente disso que você precisa?

Como já tinha comentado em outro post, comecei a prestar mais atenção em k-pop de tanto ver coisas sobre aparecendo na minha timeline do twitter. Como eu queria saber o que diabos estava acontecendo (já sabia da existência de k-pop mas nunca tinha realmente parado pra escutar) então corri pro Vitor Castrillo e pedi ajuda pra saber por onde começar a ouvir, já que sempre me pareceu uma coisa muito complexa (pra quem quiser saber: conforme o que pedi pra ele, comecei com Dumb dumb do Red Velvet). Acabei gostando porque era exatamente o que eu estava procurando naquele momento: era feliz, colorido e as coreografias eram ótimas. Eu não ia entender absolutamente nada das letras a não ser que procurasse a tradução, mas isso não me importava muito.

Só que começar a acompanhar k-pop é também começar a ver termos que você não faz nem puto ideia do que significam, como comeback, mv, bias, maknae, disband e por aí vai. As divulgações são diferentes da que a gente tá acostumado, a maneira como os grupos se formam são diferentes do que costumamos ver, as exigências são outras e são insanas, até mesmo a forma como os fãs aproveitam os shows é diferente. E se você começa a ouvir e começa a gostar, não demora muito e você cai nesse buraco do k-pop e fica lá pra sempre. Não que você tenha vontade de sair, de qualquer maneira. Lá é legal e colorido e todo mundo dança.


Pra entender tudo isso você sempre pode pesquisar no Google e perturbar seus colegas de twitter (o fandom de k-pop costuma ser bem prestativo e empolgado pra ajudar). E é aí que entra o livro K-pop: manual de sobrevivência. A Babi, a Érica e a Natália criaram um lugar feito de páginas que tem praticamente tudo o que você precisa saber sobre a cultura pop coreana, tanto que é exatamente isso que está escrito naquele selinho brilhante na capa do livro. E não é exagero.

O livro não te dá só as informações, ele te dá contexto de tudo, inclusive um pouco da história da Coreia do Sul. Tem um glossário com algumas das expressões mais utilizadas e uma explicação bem detalhada de como funciona toda essa indústria por trás dos grupos de k-pop que todo mundo tanto gosta. Eu já tinha uma noção de como a coisa era complexa e cheia de especificidades, mas mesmo assim muitas coisas me deixaram com cara de EITA! enquanto eu lia. Saber o que há por trás desses grupos ajuda e muito a entender e valorizar todo o esforço deles. O fandom de k-pop não tá pra brincadeira não!


Além de todas essas explicações que vão te deixar mais inteirado no que diabos a sua timeline do twitter tanto fala, ainda tem exemplos de alguns dos que são considerados os maiores grupos dentro do k-pop, e mais alguns pra ficar de olho, também com dicas de músicas pra ouvir e conhecer esses grupos. Aliás, o livro todo traz muitos exemplos de grupos e músicas pra correr atrás. Recomendo pegar todos eles e criar uma playlist no youtube, pra poder assistir todos de uma vez e ir decidindo qual os que você mais gosta, qual estilo você prefere, e a partir daí sair pra explorar sozinho. O livro tem inclusive uma parte estilo guia de viagem sobre a Coreia do sul, e até eu que sou enjoadíssima na hora de comer fiquei com vontade de experimentar várias das comidas citadas.


Mas por que procurar um livro sobre k-pop se você pode achar tudo isso fuçando na internet?

Primeiro, porque a lombada do livro brilha e fica linda na estante.

Segundo, você tem na sua mão um livro extremamente organizado com praticamente tudo o que você precisa saber, todas as informações já filtradas e reunidas e juntinhas, só esperando pra serem lidas. Claro que nada te impede de procurar coisas a mais depois de ler, mas o livro te dá uma base ótima pra poder caçar mais informações depois. Assim, você não precisa se aventurar por aí sozinho e sem rumo.

E terceiro, as autoras sabem exatamente do que elas tão falando. A Babi Dewet trabalha respirando e transpirando k-pop desde 2012, com videos no youtube, participando de eventos, ajudando a trazer os shows aqui pro Brasil e ainda inserindo a cultura coreana em seus livros. A Natália Pak, além de filha e neta de sul-coreanos, é a comandante do SarangInGayo, que não só é o site brasileiro mais antigo sobre entretenimento e cultura sul-coreana, mas também ganhou reconhecimento do próprio governo e mídias sul-coreanas pelo esforço e comprometimento com a divulgação da cultura sul-coreana no Brasil. A Érica Imenes é editora-chefe do SarangInGayo, e já cobriu eventos e escrever matérias sobre o assunto, sem contar a parte de produção de eventos. No livro tem uma biografia de cada uma delas. Repito, elas sabem exatamente o que estão falando.

E mesmo que você seja uma pessoa que já está dentro do buraco do k-pop e já saiba como as coisas funcionam, ainda assim o livro é uma ótima pedida porque pode te ajudar a convencer outras pessoas a conhecerem mais sobre k-pop, sem contar o que já citei de ser ótimo ter em mãos um livro que já tem todas as informações reunidas e com selo de qualidade.

E a lombada brilha e fica linda na estante, eu já mencionei que a lombada brilha e fica linda na estante?

Ah, minha bias é a Joy do Red Velvet

Leituras de... eu nem sei mais de quando, acumulou desde Agosto


Vou descaradamente fingir que não fiquei meses sem atualizar isso aqui? Mais ou menos. Essas são as leituras que acumularam desde Agosto: 4 contos e 3 livros. Podia ter lido mais? Podia, mas a questão é que eu não quis. Com a cabeça ainda descompassada mais + crises de ansiedade que me fizeram começar a tomar remédio pra dormir, a vida, às vezes ela decide que apenas não. Mas o que eu li, eu gostei, e é isso que importa e é isso aí.


Teve romance, teve ficção científica, teve infantojuvenil, teve kpop e teve/está tendo releitura.




CONTANDO ESTRELAS
autora: thati machado
Leo e Davi deram início a uma linda história de amor, todavia ainda não encontraram seu final feliz. Enquanto Leo quer gritar para o mundo o que sente pelo amado, Davi não se sente pronto para assumir seus sentimentos e teme que a família o rejeite. Esperando que vivenciar uma pequena aventura faça Davi mudar de ideia e perceber o que realmente importa, Leo o leva para acampar junto com seus melhores amigos. O acampamento, contudo, trará surpresas e reviravoltas. Será o medo capaz de afastar dois corações que batem um uníssono?
Esse é um spin off de outro conto da Thati, Com outros olhos, que ainda não li, mas achei que dá pra ler tranquilo sem ter lido Com outros olhos antes. Contando estrelas é com o irmão da protagonista do outro conto, e tem romance bonitinho, dúvidas sobre assumir seus sentimentos por não saber como as outras pessoas vão reagir e um vilãozinho que se pudesse, afogava enfiando a cabeça dele na privada. O casal principal é lgbt, o romance entre eles é uma graça e agora preciso ir atrás de ler Com outros olhos também!


LUCAS & CAROL
autora: raabe gabriel
Carol tem 25 anos, é estudante de letras numa universidade pública do interior de São Paulo e planejou uma viagem fora de temporada com amigas de tudo quanto é canto do país para a Cidade Maravilhosa (...). Lucas tem 27 anos, joga vôlei num clube grande e até conseguiu vestir a camisa verde e amarela algumas vezes nas categorias de base, mas ainda não teve uma grande oportunidade. (...) Lucas & Carol é a história de duas pessoas improváveis de se conhecerem que acabaram trombando e vivendo uma história de cinema por um mês.
Pra mim, a grande graça desse conto da Raabe é que ele não é contado em ordem cronológica, então você precisa ir aos poucos juntando as peças pra entender como as coisas foram acontecendo entre os protagonistas. Me deu vontade de saber jogar vôlei ou de pelo menos entender como funciona, mas comecei a ver um anime sobre e estou confiante que logo vou virar especialista. Ah, a Raabe faz parte da equipe do Who's Thanny? !


DIA DE DOMINGO
autora: olivia pilar
Era apenas um domingo comum. Rita só queria colocar seus pensamentos e sentimentos em dia. Quem diria que aquele banco da praça testemunharia tanto amor e descobertas?
Não é a primeira aparição da Olivia por aqui e não vai ser a última. É aquele tipo de conto que você lê e fica de coração quentinho, não só por ser fofo, mas porque a Olivia tem uma sensibilidade muito grande na hora de escrever. Ela consegue colocar os sentimentos na história de um jeito tão bonito! E é ótimo ver histórias com protagonistas lgbt sendo fofas e felizes. Dos três contos que ela publicou na amazon até agora esse é disparado o meu preferido!


KAMIKAZE
autora: sybylla
Cientistas da NASA e de outros programas espaciais se preocupam ao extremo em contaminar corpos celestes pelo sistema solar com sondas e robôs que não estejam bem esterilizados. Se um rover ou sonda não for propriamente despido de qualquer forma de vida, por menor que seja, isso pode contaminar planetas ou satélites naturais e até gerar falsos positivos para vida. No futuro, foi promulgada uma lei que impedia seres humanos de contaminar outros corpos celestes. Tudo era extremamente esterilizado a fim de não macular o universo. Mas e se fosse preciso, para sobreviver, ter quebrar a lei? Você esperaria até o último minuto?
Aqui eu saio dos romances e entro na ficção científica, que é um gênero que eu quero conseguir ler um pouco mais. Já tinha lido outro conto da Sybylla, Missão Infinity, e tinha gostado bastante; isso se repetiu com Kamikaze. Inclusive esse conto me fez perceber que eu não devo sair da Terra nunca, jamais, em tempo algum, porque é certeza que eu ia destruir o universo por fazer alguma bobagem. Meu contato com ficção científica ainda é bem menor do que eu gostaria que fosse, mas pretendo corrigir essa falha no meu caráter. Aliás, a Sybylla comanda o Momentum Saga, que é o melhor lugar pra ir se você também quer começar a ler/aprender mais sobre scifi.




O DIA EM QUE A MINHA VIDA MUDOU POR CAUSA DE UM CHOCOLATE COMPRADO NAS ILHAS MALDIVAS
autora: keka reis
ilustrações: vin vogel
Parecia um dia comum. Bom, pelo menos um dia comum do sexto ano. Até que, no meio da aula de ciências, Mia recebeu um embrulho inesperado. Um chocolate Pura Magia! Aquele chocolate trazia as melhores lembranças de seu pai, e há anos ela não encontrava mais pra vender. Junto com o chocolate, um bilhete: “Quer sentar do meu lado hoje na perua?”, com a letra do Bereba! E agora? Eles não eram só amigos? Por que tudo estava ficando estranho de repente? O pessoal tinha começado a passar o dia inteiro no celular e a chamar o recreio de intervalo, os adultos só queriam ter conversas sérias, não dava mais para comprar roupa na seção infantil… Como sobreviver a tudo isso e ainda decidir como responder o bilhete?
Esse infantojuvenil da Keka Reis com ilustrações do Vin Vogel é um amor e o título é maravilhoso. Já fiz resenha dele lá na Pólen, mas repito aqui o que mais gostei nele, que foi a protagonista realmente parecer uma garota do sexto ano que convive com outros alunos do sexto ano.


K-POP: MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA
autoras: Babi Dewet, Érica Imenes, Natália Pak
Você realmente sabe tudo sobre K-Pop? Se a sua resposta é não, venha conosco nessa incrível viagem pelo mundo pop coreano. Escrito de uma maneira simples e divertida, este manual leva você a passear pela história da Coreia do Sul e por sua cultura, indústria de entretenimento, música e paixão. E nós te encorajamos a prestar atenção nos detalhes. O K-Pop é feito deles. Cada cor, cada conceito, cada ritmo e expressão significa um mundo de possibilidades, e garantimos que você não vai querer perder nada. O K-Pop mudou a nossa vida para melhor. Quem sabe não é exatamente disso que você precisa?
A lombada dele BRILHA e fica linda na estante. Eu comecei a prestar mais atenção em k-pop de tanto ver coisas sobre aparecendo na minha timeline do twitter, então corri pro Vitor Castrillo e pedi ajuda pra saber por onde começar a ouvir, já que sempre me pareceu uma coisa muito complexa (pra quem quiser saber: conforme o que pedi pra ele, comecei com Dumb dumb do Red Velvet). Aliás, não só parece complexo como é. Esse livro é perfeito pra quem quer entender melhor como a indústria funciona, tanto faz se você por enquanto não sabe nada sobre k-pop (tem dicas ótimas do que procurar pra ouvir!) ou se já caiu nesse buraco faz tempo e mesmo assim quer dar uma aprofundada no tema ou organizar as ideias. Eu já falei que a lombada dele BRILHA?


DIVIDINDO MEL
autora: iris figueiredo
Todo mundo sabe o que é se apaixonar: o frio na barriga, os abraços, os beijos e os sorrisos. Só que ninguém gosta quando o relacionamento dá errado e termina de uma hora para a outra, sem explicações. Melissa sabe muito bem disso. Afinal, ela nem chegou a duas décadas de vida e possui uma lista de ex-namorados (e alguns ex-qualquer-coisa-indefinida) maior do que gostaria. Mel prometeu para Rebeca, sua melhor amiga, que agora iria focar em seu futuro e deixar os relacionamentos para depois, pois tendiam a terminar mais rápido do que começavam. O que ela não esperava era conhecer, por acaso, um cara maravilhoso que parecia o Príncipe Encantado com quem tanto sonhou. E, menos ainda, que seu melhor amigo voltaria para a cidade trazendo consigo um monte de lembranças e acontecimentos especiais. E agora, como ficará o já cansado coração da dividida Mel?
Já li DM faz tempo, mas resolvi reler todos os livros da Iris porque ela é boa nesse nível. Por enquanto DM está indisponível, mas tenho fé que uma hora ele volta pra que mais pessoas possam acompanhar as trapalhadas que a Mel faz e que eventualmente a levam a ficar na bad se enchendo de cheetos. O livro é divertido, fofo e dá pra fazer guerra de ship, e enquanto ele não volta, vocês podem procurar Confissões on-line pra ler. Ano que vem sai coisa nova da Iris pela editora Seguinte!